O tempo passou e o antigo Joaquim Américo já não comportava mais toda a torcida atleticana. A Nação Rubro-Negra havia crescido muito. Era preciso abrir novas fronteiras, criar mais espaço, conforto e modernidade. Já em 1995, o Atlético apresentou um ousado planejamento para os próximos dez anos. Várias metas foram traçadas para que o Furacão estivesse, hoje, entre os clubes mais estruturados do Brasil e do mundo.
Um dos maiores desafios era criar uma Arena polivalente, capaz de receber eventos esportivos, artísticos, culturais e de entretenimento. Para desenvolver o projeto do novo estádio, uma equipe de arquitetos viajou pelos mais modernos estádios da Holanda, Itália, Alemanha, França, Espanha e Inglaterra. O objetivo era colocar à disposição dos torcedores e atletas do Rubro-Negro todo o conforto e segurança de um grande centro multi-eventos.
A NOVA ARENA
Com um projeto arquitetônico e tecnológico arrojado, começava a surgir o mais moderno estádio do Brasil. O conceito inovador não se limitava à grandiosidade estrutural, implantada no gramado, nas arquibancadas e nos vestiários.
Era preciso criar um projeto específico para a funcionalidade econômica da Arena. Por isso, as pesquisas no exterior também auxiliaram no desenvolvimento do projeto de marketing do novo estádio que, na época, já previa a implantação do Naming Rights e de um centro comercial que, hoje, são realidades com a moderna Arena.
Tudo foi planejado para oferecer a melhor estrutura a atletas, torcedores, imprensa e a todos os profissionais que se servissem da Arena. Os espaços de circulação, a estrutura para pessoas portadoras de deficiência, as saídas de emergência, os acessos ao estádio, tudo foi modelado de acordo com os critérios de segurança estabelecidos pela FIFA.